segunda-feira, 6 de junho de 2011

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     A2 highlights    

  • Fiquei duas horas às voltas no sol com a tripulação do CASA CN-235 matrícula 3210 das Forças Armadas da Jordânia. O aparelho, já com a bandeira da Jordanian Armed Forces, decolou de Sevilha para Dallas afim de instalar equipamentos adicionais. A bordo, dois test pilots gente finíssima, um flight engineer rabugento de poucos amigos (até estes três, espanhóis) e o representante do cliente, um cordialíssimo jordaniano ex-piloto de F-5 (atualmente com o CN-235). Perguntei ao comandante o porquê de não irem pelo trajeto mais curto, via Islândia: ele explicou que a aviação européia ainda está receosa com a atividade do Eyjafjallajökull. Ainda, comentou que pensou eu viajar via Açores, mas como precisaria de um pouco de sorte com os ventos, acabou optando pelo trajeto mais longo: Sevilha, Ilha do Sal, Fortaleza, Belém etc... até Dallas.

  • Surge o vice-campeão, até o presente momento, da competição "Hein? Arremeter?", que busca montar uma lista dos flares mais prolongados já vistos por mim. O Embraer E190 da Azul puxou o nariz e o intenso calor do domingo fez o resto. O avião deve ter ido a um vale de 8 pés, fez nova crista de 12 e deixou-se cair levemente pesado até o touch down. Pelo menos o comandante aceitou que, após aquele efeito solo, não havia mais espaço para um toque leve; como muitos aqui devem saber, a tara por toques leves é um grande convite ao overrun. O primeiro lugar ainda é de um A320 da TAM que, há cerca de 5 meses, tocou quase cem metros depois da interseção E/C (RWY 13) e, sabe-se lá como, ainda liberou na habitual TXY D.

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